Não há areia nesta praia no meio do atlântico. Mas há a rocha negra que nos hipnotiza e o mar que passando aos nossos pés nos vai embalando, com aquelas melodias só suas...Notas soltas que jogam com o cântico das cagarras que passam
Aqui o tempo pára. Antes deixáva-nos todo o dia nas 17h32. Hoje já roda. Mas o tempo continua a parar. Na Ilha vive-se como se deve viver. Com tempo. Desse tempo verdadeiro. Que nos deixa viver ao segundo. Como se fosse ao minuto. Vale mais o tempo ali. Porque aqui vive-se. Ali, onde estou, dia após dia vai-se sobrevivendo.
«Sentir esta ilhas vibrarem...temer este mar circundante. É a força pura da vida que ali rebenta, energia viva do cosmo em furia. E tudo ali, naquele lugar da Meia Broa».